quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Do cheiro aos APRENDIZADOS E AO....



Era uma terça-feira. Ensolarada terça-feira. Por volta das três e trinta da tarde. Calorenta três e trinta. Hospital Santa Joana, Bairro do Derby, Recife, Pernambuco. Sangrava e chorava sem parar num misto de dor, medo, tristeza e perplexidade....

... Conforme você já deve ter lido na primeira parte deste texto (http://carpediemismo.blogspot.com/2007/09/do-cheiro-aos-parte-i.html), o relato acima, ao contrário do que a princípio poderia sugerir, referia-se, na verdade, a desprazível experiência de meu nascimento, 28 anos atrás. Bem, desagradável, decerto, não aos olhos dos familiares, mas apenas aos meus olhos como recém-nascido, porquanto, como mostrei, não é mesmo nada fácil a passagem por canal tão angustiantemente estreito.

De qualquer forma, minha hora tinha chegado. Havia nascido. E o engraçado que desde meus primeiros momentos começou a me acompanhar um sempre presente (ainda hoje) amiguinho meu: o número 3. Vejam bem: nasci numa TERÇA-feira, dia TRÊS de julho, às TRES E TRINTA da tarde (não me espantaria se descobrisse ter nascido exatamente às 3:33, e a enfermeira por mera comodidade ter arredondado para as 3:30.), pesando 3300 gramas (3333?), e medindo 53 cm de comprimento. Sem falar que foi justamente no exato dia que minha mãe completava 39 semanas de gestação, no TERCEIRO andar de um hospital que havia inaugurado precisamente há 33 dias (Hospital Santa Joana, 31 de maio de 1979).

Coincidências?! Ou uma provável obsessão paranóica como em Walter (Jim Carrey) e sua obsessão de Fingerling pelo número 23, no filme homônimo? Vou deixar isso pra lá, já que o propósito deste texto não é esse mesmo; mas o que é afinal?

O que – VOCÊ – teria para ensinar, hoje, a seus filhos??

Bem. Tudo começou com uma de minhas incontáveis curiosidades (realmente pareço uma eterna criança de 7 anos: por quê? Por quê?), e como gosto de aproveitar a vida dia após dia, resolvi contar o número exato de dias meus já vividos. E pra minha surpresa havia superado a estrepitosa marca dos 10mil dias. E você? Sabe quantos já viveu?

Por esse motivo, a foto com os símbolos XCCXCIII na primeira parte deste texto: são algarismos romanos e equivalem a 10.293 dias de existência, desde meu nascimento (desde aquele CHEIRO da minha mãe) até o dia 7 de setembro: dia em que a publiquei. Pelo mesmo motivo os símbolos XCDLIX da foto acima. Mas para uma pessoa que se propõe, como eu, um aproveitamento intenso da vida em cada um dos seus dias não surpreende tanto assim saber quantos dias já viveu.

Você a essa altura já deve ter arrastado a barra de rolagem e percebido assustado como esse texto é grande. Caso não tenha feito isso, é provável que faça agora após eu ter comentado. Porém, prometo que vou tentar não tornar o restante tão enfadonho, para, quem sabe, você leia-o até o final sem perceber.

Vamos lá....

O que eu aprendi nessa vida? Ou o que – EU – ensinaria aos meus filhos?

Bem, poderia começar falando sobre um monte de coisas banais. Como, por exemplo, a comer alface sem cortá-la (tem que fazer uma trouxinha), senão fere a etiqueta, segundo a “imprescindível” Gloria Kalil; a não tirar catota (meleca) na frente dos outros; que não devemos nunca ser sinceros ao ressaltar um defeito de alguém, sobretudo com as mulheres; que ao ver alguém espirrando, não se pode falar “saúde” (novamente Gloria Kalil); que papel higiênico não entope privada se for bem dobradinho, sem falar no nojo de colocá-lo no baldinho. Ensinaria, ainda, a quando levar bananas numa sacola, colocar as maduras por cima; que numa mesa temos que ter cuidado com os cotovelos: nem em cima da mesa, nem no ar muito lateralizados para não invadir o espaço alheio; que as portas públicas são todas imundas, tanto as dos bancos, dos selects da vida, ou dos cinemas; a melhor forma, então, é abri-las quando possível empurrando com os pés. Exagero? É nada. Vocês têm que entender que os homens, na sua maioria, são todos uns imundinhos, eles vão ao banheiro e não lavam as mãos direito, ou seja, naquelas portas públicas têm, por tabela, uma quantidade incalculável de gorduras de “pintos” nelas. E o pior: uma estatística fica contra você – em média, pegamos no próprio rosto, sem perceber, 2 vezes/hora – ou seja, pegamos na porta imunda e depois levaremos àquelas gorduras íntimas ao próprio rosto. Argh!

Poderia, ainda, explicar as diferenças entre o burro, o asno e o jumento; ou entre uma fazenda, uma chácara e um sítio. Ou explicar sobre constelações, ou sobre por que a semana tem sete dias, e o motivo do nome de cada dia da semana. Ou, ainda, explicar por que os passarinhos não levam choque nos fios de alta tensão, como também para que serve aquelas bolinhas laranjas neles....

Como falei, poderia começar falando sobre inúmeras coisas banais, mas não vou fazê-lo. Acho que vou começar falando um dos ensinamentos mais valorosos que aprendi na vida inteira: o modo como aprendi a mastigar de boca fechada!!

Na verdade, não é tão notável o ensinamento em si, mas o método como aprendi, sim. Mudou minha vida completamente, porque através dele eu pude –e ainda posso – mudar a mim mesmo. Quem me ensinou? Minha irmã Karina, quando eu tinha uns sete anos. Naquela época talvez ela nem soubesse a grandiosidade da sua lição. Veja como aconteceu (relatarei o nosso diálogo na íntegra):

– Júnior (naquela época esse era meu nome), você está comendo com a boca aberta e isso é muito feio.
– Eita! Foi mal, não tinha nem percebido que estava mastigando assim.
– Faça o seguinte: toda vez que você for comer fique se lembrando em manter sempre a boca fechada, que assim você vai ficar mastigando corretamente.
– Oxe, mas toda vez eu vou ter que ficar me lembrando em comer de boca fechada é?
– Ai que está o segredo. No início você vai ter que ficar lembrando, mas com o tempo, você vai mastigar só de boca fechada e nem vai mais perceber. Fica automatizado.


Ingenuamente simples, mas muito genial. Já que você pode abranger esse método para inúmeras outras coisas da sua vida.

Por exemplo, quando era mais novo vivia levando topadas com freqüência. Vira e mexe era uma topadinha. Foi quando percebi que tinha um jeito de andar que favorecia isso (um modo de pisar errado) e passei a tentar mudá-lo por causa disso. Como? Pelo mesmo método de Karina: no começo, conscientemente, fazia o andar que eu queria (pisando sempre pelo calcanhar) e com o passar do tempo já estava andando assim inconscientemente, como ando até hoje. Outro exemplo, quando estava no início da faculdade comecei a perceber que um amigo meu, Bacelar, tratava as pessoas diferentemente de mim: ele sempre era mais educado, mais afável e mais atencioso; e em retribuição as pessoas eram também mais carinhosas com ele, do que quando se dirigiam a mim. Diante disso, passei a desejar tratamento semelhante, e comecei a tratar as pessoas com mais educação e carinho. Mais uma vez pelo método de Karina: no início conscientemente, e inconscientemente a seguir. Hoje, por exemplo, eu já as trato assim sem perceber, esse tratar diferenciado passou, inclusive, a já fazer parte de minha própria personalidade... mas, como falei, nem sempre foi assim: eu precisei mudar meu jeito, e uma forma eficaz de você mudar qualquer característica sua é através daquele método.

Recentemente, último exemplo, eu já abusado de ficar perdendo os bilhetes dos estacionamentos dos shoppings, comecei a me habituar a colocá-los sempre no mesmo lugar (meu bolso esquerdo), e agora já estou na fase em que os guardo por lá sem perceber. Realmente, esse método pode ser usado em inúmeras situações distintas: desde as mais banais do cotidiano, até na mudança de suas próprias características mais importantes, como sua ética, seus valores.

Poderia chamá-lo de método de Karina, se já não fosse reconhecidamente um ensinamento Aristotélico, o qual está presente no livro Ética a Nicômaco: “As qualidades morais do ser humano precisam ser praticadas até tornaram-se um hábito”

Enfim, começa-se praticando forçadamente até depois estar agindo tão naturalmente quanto o próprio ato de respirar.

E essa seria a primeira coisa importante que ensinaria ao meu filho. Após 10mil dias, é de se esperar que muitas outras coisas, ainda, tenha a ensiná-lo. De fato:

Sobre relacionamentos

Que infelizmente mesmo sem querer você vai magoar e vai se magoar com alguém de que você gosta muito. E que amizades de anos, antes aparentemente indestrutíveis, do dia pra noite podem se acabar; amigos são importantíssimos, mas eles vêm e vão.

Que muitas vezes pra se ter MAIS em um relacionamento você precisa fazer MENOS. Está gostando da namorada? Está com vontade de falar com ela o tempo todo? Se você se render ao impulso instintivo de ligar pra ela o tempo todo, vai acabar repelindo-a, é necessário dar um pouco MENOS de atenção, ligar um pouco MENOS pra ela. A lógica é meio ilógica, concordo, mas com o tempo aprendemos que para mantermos os relacionamentos é assim. Senão, corre-se o risco, de ao ficar no “grude”, acabar nem dando tempo da saudade dela por você começar a surgir.

Sobre Dirigir

Dirigir é um tédio. Não dá pra dirigir coladinho na traseira do carro da frente; não dá pra furar sinal vermelho quando estiver com pressa; não dá pra passar por algum cruzamento e não olhar pra os dois lados. Mas nem umzinho? Não. Ademais, que passar a primeira marcha é um saco, sobretudo na intermitência dos engarrafamentos; que de madrugada todos os sinais são vermelhos; e que não adianta nada passar anos sendo quase perfeito e em alguns segundos por um simples descuido colocar toda sua reputação a perder, até porque, às vezes, perde-se muito mais do que uma simples reputação.

Que o simples “entrar no acostamento” das estradas com o carro acima de 60km/h é perigosíssimo: o pneu pode furar (pai de Rommel), o tanque de combustível pode estourar (no meu caso, hehehe), ou até destruir o tão falado carter, que só Ele sabe do que se trata.

O bom cirurgião, por exemplo, tem que saber duas coisas que o ato de dirigir diretamente ensina, a saber: na dúvida, não ultrapasse; e não adianta ser perfeito mil vezes, se você se descuidou um segundo e errou feio uma vez.

Aos 15 anos, no início de meu aprendizado automobilístico, quase bati uma vez porque fui ajeitar o som do carro com este em movimento. Coloquei toda a minha atenção focada para o problema do som (a mascara – frente do som – não queria encaixar), quando voltei minha atenção para a rua, já estava numa iminência de uma batida. Meu coração foi a mil. Ainda bem deu tempo de consertar meu erro, mas por alguns segundos ainda fiquei sentido aquele frio que percorre o corpo inteiro sempre nas situações mais desesperadoras. O engraçado foi que depois desse susto nunca mais cometi o mesmo erro: sempre que preciso fazer alguma outra coisa com o carro em movimento, deixo um olho na estrada e o outro no porta-luvas, no som, seja onde for. E o mais estranho que ainda hoje, 13 anos após aquele susto, quando preciso tirar minha visão da rua pra ajeitar qualquer coisa no carro me lembro daquele momento. Sempre.

Quantos acidentes eu não evitei por conta daquele susto?

Daí, indiretamente, terminei aprendendo algo que vou ensinar ao meu filho: como aprendemos muito com nossos próprios erros! Muito mais até do que com os nossos acertos. Mas será que precisamos experimentar todas as formas possíveis de erros para aprendermos tudo?

Sobre como aprender com os erros alheios

A maioria das pessoas infelizmente aprende com mais freqüência quando erram elas próprias. No entanto, considero muito mais inteligente você aprender com os erros alheios. Como? Tentando vivenciá-los mentalmente como se fossem seus próprios. Um exemplo, há dois anos que vivia com freqüência viajando pelas BRs, e sempre ouvi histórias de pessoas que bateram o carro, e até morreram, na traseira de algum caminhão. Por isso, sempre procuro manter uma distancia extremamente segura, como se eu já tivesse passado pela experiência desagradável de já ter batido, mas sem nunca ter acontecido.

Aprendi que o mais inteligente é de fato saber evitar o acidente... porque muita gente tenta apenas a aprender o modo certo de dirigir, e quando ela está certa, torna-se um pouco incauta. Está dentro da lei e se despreocupa. Por exemplo, vai passar um cruzamento e só por estar com preferencial não quer nem saber: como se ao bater, o fato de a preferencial ter sido sua diminuísse o estresse da batida. .... e os dias sem carro? A dor de cabeça de voltar a depender de alguém? E se o culpado não pagar o seguro?

Um amigo meu, voltava da Fashion (do recife antigo) a noite pela Av. Domingos Ferreira, estava no banco de trás. O carro dele passou por um dos cruzamentos, e como o sinal estava verde, o motorista nem se preocupou em diminuir. Outro motorista, vindo da rua perpendicular passou com o sinal vermelho também em alta velocidade. O acidente foi inevitável, só meu amigo morreu. Mas eu pergunto: o acidente era inevitável mesmo???? O que adianta estar dentro da lei (por ter atravessado quando o sinal estava verde) se do acidente resultou a morte de pessoa tão querida, se motorista “certo” poderia ter tido uma postura mais cautelosa?

Por isso, eu considero ser muito mais inteligente do que está certo no transito é saber ter a inteligência em evitar os acidentes....

Sobre a felicidade e a inteligência

Que não é muito inteligente criar muito expectativas para as coisas do cotidiano, uma vez que muitas vezes deixamos de valorizar algumas coisas justamente por isso. Decerto, com o tempo percebe-se que felicidade muitas vezes está vinculada à superação de expectativa.

Um exemplo, aqui em Recife, existem algumas churrascarias, citarei duas: Fogo na Brasa, uma mediana; e o Boi Preto, uma das melhores. Fui a primeira sem nenhuma expectativa e me surpreendi com a qualidade do serviço, terminei achando ótimo. E quando eu vou ao Boi Preto é porque já desejo esperar tudo do melhor, e às vezes posso nem achar assim tão maravilhoso, só porque me descontentei com alguma coisinha. Ou seja, só pela questão da superação de expectativa posso terminar achando ótimo o serviço mediano do Fogo na Brasa e nem tão bom o ótimo do Boi Preto.

Outra coisa fundamental, e que demora certo tempo pra se entender na essência é a verdadeira definição do que é ser inteligente. A meu ver não tem nada a ver com QI, com capacidade de memória, mas pela “... arte de tornar a vida mais agradável e feliz possível” nas palavras de Arthur Schopenhauer.

Enfim, é isso. Sabedoria pra mim é a difícil tarefa em tornar sua vida o mais agradável possível, encarando-a com leveza, aproveitando os seus momentos como se fossem os últimos... como se vivêssemos em despedida.

Sobre sua própria postura

Ensinaria que beber é um instrumento deveras socializante, mas é mister saber o ponto ideal, e que não há vantagem alguma em se passar desse ponto. Perde-se a festa, fica-se muitas vezes desagradável, inconveniente, ou até impossibilitado de conversar com alguma paquerinha se for o caso; além de causar amnésia alcoólica no outro dia, e a indesejada ressaca.

Que é possível viver apenas só falando a verdade, a evitar o máximo o vício de ficar mentido (vicia mesmo, de repente a pessoa se vê mentindo em coisas que nem precisava). Ensinaria a ser verdadeiramente honesto, a prezar o verdadeiro e sincero caráter, e a praticá-lo diariamente, e não apenas quando tem alguém nos olhando, já que as pessoas quando não estão sendo observadas, mudam completamente, geralmente pra pior.

A não deixar de fazer alguma que vá se arrepender. Ainda me lembro bem o dia em que passei boa parte da noite numa boate querendo conversar com uma garota. Faltou coragem, “mas” eu quase fui lá umas quatro vezes. E ainda consigo sentir, hoje, mesmo mais de 10 anos após, o gosto amargo na garganta ao deitar naquela noite pela frustração de não ter ido. Um incômodo que prometi nunca mais iria querer sentir. Naquele dia aprendi que um fracasso por ter tentado é mais digno, conforta mais, do que a frustração por ter sucumbido ao medo do risco.

Que das pessoas é bom esperar o melhor, mas se preparar para o pior. Que as pessoas inerentemente são meio invejosas com o sucesso alheio, e regozijam-se com a desgraça dos outros. Você pode fazer certo alguma coisa mil vezes e ninguém vai elogiar; mas faça errado uma vez que com certeza essa pessoa vai contar pra no mínimo outras três, e essas que nem presenciaram vão contar pra outras três e não raro, ainda, aumentando o fato ocorrido. Por isso, sempre é bom ter cautela quando se julgar as histórias contadas sobre outrem.

Tentaria ensinar que não se deve julgar ninguém pela aparência e a encarar todas as pessoas como iguais, independente de cor, condição social ou credos. É um ensinamento dos mais difíceis, sem dúvida; e, por isso, talvez fosse melhor ensiná-lo através de aulas práticas, onde eles aprenderiam ao me ver tratando com a mesma cordialidade, desde um milionário a um mendigo. Os filhos imitam os pais mesmo.

Ensinaria que saber falar com as pessoas é uma verdadeira arte. Já que uma linguagem corporal é muito mais importante do que as palavras em si. O modo como você fala uma coisa é fundamental. Até simples presentes tornam-se mais especiais, quando dados de modo diferente. Por exemplo, você pode dar um buquê de rosas pra sua namorada e ela vai se deliciar, até porque toda mulher gosta disso – mesmo que, às vezes, ela nem saiba nem o porquê (mas qualquer retardado pode fazer isso, não exige muito do encéfalo, é só ir à loja e comprar) – ou você pode conseguir a chave reserva do carro dela e enchê-lo com 50 rosas, mais alguns chocolates e um cartão bem escrito, que ela com certeza jamais vai esquecer. São as mesmas rosas, mas o resultado é totalmente diferente.

Que um erro grave é tanto se julgar mais do que se é quanto se estimar menos do que se merece.

Ensinaria também a cuidar diariamente da sua pele (cuidado com o sol diário), com sua coluna (olha a postura) e com os joelhos. Eles, sem dúvidas, são umas das principais fontes de desprazer na terceira idade.

.....

E quando eles soubessem de tudo isso acima passaria a tentar ensinar o mais importante

Sobre as coisas mais importantes

....

(to be continued)

3 comentários:

Anônimo disse...

Está interessantíssimo seu último texto. Mais interessante saber que vc ainda vai falar das coisas mais importantes. E que ainda assim, essas outras coisas me pareceram tão essenciais. Ainda não terminei de ler... vai ficar para amanhã, juntamente com possíveis comentários ao vivo.

Bjo, boa noite.

Unknown disse...

Interessante como pequenas coisas muitas vezes são enormes aos olhos de uma criança...Coisas que vivemos, até mais velhos, têm um significado tão grande, que pra outros, seria banal talvez...Amo saber da minha importância na suavida e sei q vc sabe da sua na minha! Sabe a história do carro? Uma vez espirrei dirigindo e quase bati, tenho trauma, aí, se der vontade de espirrar dirigindo, tenho que espirrar de olhos abertos!!!! Já tentasse? É uma experiência inusitada, parece que seus olhos vão pular da cara, é HORRÍVEL..., mas, melhor do que sentir aquele frio-medo-susto que dá de quase ter batido! HIHI te amo!! Bjão! Vc sempre arrasa! Já tá na hora de escrever um livro!

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